Um ano depois...


Lembram-se deste texto? Um ano depois chegou o momento de abordar o tema.

O que mudou ao longo deste ano? Basicamente, para mim mudou tudo!

Não me vou alongar sobre a maior alteração de todas, já escrevi sobre isso, é o que é, não tenho nada a acrescentar.

Mas e as outras alterações, que interesse terão aqui para o Laudas Avulso? Muito pouco interesse ou até mesmo nenhum.

Assim, o que há um ano parecia ser giro (e na verdade é mesmo), prefiro guardar só para mim.

Embora pareça absurdo utilizar o blogue para este efeito (mas no momento sinto-me mais à vontade a escrever do que a falar), limito-me a esclarecer os meus amigos mais íntimos de que a alteração por que tanto anseiam para a minha vida(!!), não aconteceu e muito possivelmente não vai acontecer... não sei o que vos deu para pensarem que necessito estar preenchido nesse capítulo para ser feliz, tal coisa não é verdade!

É uma opção como qualquer outra, é o que eu quero, ou melhor, o que eu não quero, e sinto-me bem com isso!

Estabeleci os meus objetivos e limites, dificilmente vou quebrar o compromisso que assumi comigo próprio, venha quem vier.

Esclarecidos? (risos)

Mas voltando ao tema e em traços gerais, é de facto interessante verificar a quantidade de coisas que mudaram em um só ano e as que estão a mudar neste preciso momento (bem sei que não estou a dizer nada, é de propósito).



No entanto é um exercício extraordinário para pensar sobre. E para vocês, o que mudou? E daqui a um ano, como estaremos?

Voltarei ao tema em outubro de 2015...


2 comentários:

  1. Olá Francisco!

    Como fui a comentadora de à um ano atrás, achei por bem vir aqui dizer qq coisa...

    O cafézinho ainda não marcámos - com muita pena minha! - de amores continua-se na mesma, mas houve uma grande mudança:

    Percebi que basto-me para ser feliz!
    Não estou a dizer que passo bem sem os outros, que não me fazem falta, mas finalmente ganhei forças e percebi que sou adulta e forte, que consigo superar as adversidades sem ter que viver dependente emocionalmente de alguém.

    E acho que é a base da felicidade: quando não somos parceiro-dependentes, ao ponto de não fazermos nada sem o outro, percebemos que somos fortes, capazes, estabelecemos metas e esforçamo-nos por atingi-las...se não conseguirmos, lidamos com isso sem culpas para cima dos outros.

    Sou feliz por perceber que posso viajar no mundo e ter experiências diferentes e que sei lidar com a saudade de casa e da família.
    Estou feliz com a nova escolha profissional e adorei o estágio que fiz num restaurante estrela michelin...e anseio por novos caminhos que estão quase quase a surgir à minha frente.
    Sei que as minhas escolhas influenciam a vida dos que me rodeiam, mas se ficar sentada em casa, sem me mexer, também influenciarei de forma negativa.

    Outra coisa que mudou foi uma característica da minha personalidade: sempre fui envergonhada para pedir coisas a quem quer que fosse, consegui perceber que muitas vezes temos mesmo que correr atrás, chatear, não aceitar um não e só descansar quando ouvimos um sim.

    Portanto, venha de lá esse café e de preferência num dia com bastante disponibilidade que a conversa vai dar pano para mangas.

    ;) Sê feliz!

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    1. Eina pá... gostei mesmo do teu comentário Sofia!!

      :)

      Pois é, apercebo-me que nunca perdemos o contacto, mas de facto quase nunca nos vemos... irra!

      Ora aí está uma coisa que vai mudar e já em breve (me aguarda, vamos tomar café sim senhora).

      Vejo que muita coisa anda a mudar por esses lados, fui acompanhando pelo Facebook as tuas aventuras e projetos no mundo dos tachos (acho muito fixe), e sim, temos muito para falar.

      Até breve, beijinhos.

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